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31.12.12

Novo?

O que dizer nesse ano que se inicia? Que desejo melhorias, que desejo que vocês sejam abençoados ou que esse ano seja só de vitórias? Pera lá, vamos ser realistas. A vida segue um curso natural, um novo ano é só o começo de um novo ciclo de rotação do nosso planetinha em torno do nosso solzinho. De que adianta encher-mo-nos de esperança só pelo começo de um fenômeno natural que ocorre sempre, e sempre, e que, na verdade, tecnicamente, inicia todo dia?... É tudo uma grande ilusão, a quem estamos tentando enganar?

A gente tá esquecendo de uma coisa. Escolhemos esse dia por um único motivo: foi no ano zero que se diz que Jesus veio ao mundo... A esperança está nisso. Quando se encara Jesus com desdém, se vê apenas um legislador moralista, ou um enganador dos homens. Quando se encara Jesus apenas racionalmente, o que se vê são apenas ensinamentos comuns. Mas quando se mergulha de corpo e alma nos seus ensinamentos, quando se aplica o que o Mestre disse na vida, tudo ganha maior expressão e sua inteligência se manifesta de modo único e se percebe que os ensinamentos dele têm vida própria e que vivendo-os, seremos felizes. 

Bom, Jesus disse uma coisa que será minha mensagem de fim de ano. Tudo estava ainda relativamente calmo na Palestina e Jesus estava no lago de Genesaré. Ele subiu no alto de um pequeno monte e começou a falar pra uma pequena multidão que estava ouvindo, atenta. Ele iniciou o Sermão da Montanha, que segundo Gandhi, Kardec, e outros, encerra toda a moral de que necessitamos. Uma das coisas que ele disse nessa tarde quente foi um norteador:

"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, a porta se abrirá. E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem? Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas."
Mateus 7; 7-12 

Nessas palavras ele nos traz a ideia do valor do trabalho. Como queremos um ano novo se não nos tornamos homens novos? De verdade, que esse ano seja de renovação. Não adianta nada eu desejar um ano de grandes realizações, se na vida cotidiana nós não nos levantarmos e irmos à luta! Vamos nessa! Essa música fala disso: E vamos à luta!

Bom 2013 a todos!

29.12.10

Natal

"Jesus não veio além do horizonte azul para fazer da dor o símbolo da vida, mas para fazer da vida o símbolo da verdade e da liberdade. Jesus não veio ensinar aos homens a elevar igrejas suntuosas ao lado de casebres miseráveis e de habitações frias e escuras, mas veio para fazer do coração do homem um templo, e de sua alma um altar, e de sua mente um sacerdote."
(Khalil Gibran)

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Tem noção da grandeza dessa frase acima? Da primeira?

8.8.10

Aflições

"Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora." Jesus de Nazaré - Evangelho de João, cap. 12, vers. 27.

Interessante a postura de Jesus frente à própria morte. Não negou, não esperneou, não fez birra, não teve o menor ímpeto de covardia. Olhou para o futuro e encarou com a coragem e a ousadia que lhe eram características. Por mais que estivesse perturbado, sua envergadura o fazia ver com clareza o futuro que lhe aguardava, e a dor que viria era desconsiderável para ele. Afinal de contas, não foi para aquela missão que ele tinha vindo? Ele não sabia dos percalços, das dificuldades e da possibilidade de ser assassinado brutalmente? Não sabia? Todavia, ele fugiu de seus objetivos na Terra?

Jesus sempre foi um modelo e um exemplo, um guia para que não nos perdêssemos. Bem-aventurados os que seguem o exemplo dele. Essas pessoas são as mais felizes da Terra. Da mesma forma que Jesus encarou a dificuldade como algo indispensável, que era importante para que a missão dele não falhasse. Nem a morte desfez o ânimo do incansável Mestre. Ele sabia que a dor fazia parte e por meio do seu ânimo, ele nos mostrou que postura devemos ter diante da dor. Sem esperneios, sem perder a fé no futuro e a confiança em Deus. Encarando de frente, como algo inevitável, importante, que nos faz maiores e melhores.

Que nós possamos encarar a dor da mesma forma. Confiemos mais no futuro! Não percamos a esperança! Se não temos aquilo que mais queremos, que tenhamos a consciência de que tem algo muito maior envolvido. Deus não dá ponto sem nó. Tudo que nos acontece é para nosso próprio melhoramento, nosso adiantamento, nosso progresso. A dor pode vir, porque ela também é ferramenta que temos para nos melhorarmos... Encaremos a dor de frente, e vivamos!

7.6.10

Vivência

"Enquanto o espírito do homem se engolfa apenas em cálculos e raciocínios, o Evangelho de Jesus não lhe parece mais que repositório de ensinamentos comuns; mas, quando se lhe despertam os sentimentos superiores, verifica que as lições do Mestre têm vida própria e revelam expressões desconhecidas da sua Inteligência, à medida que se esforça na edificação de si mesmo, como ensinamento do Pai." 
Narcisa, no livro Os Mensageiros, de André Luiz (psic. por Francisco C. Xavier)
Faz um tempo que eu costumava me engolfar em cálculos e raciocínios. Os ensinos de Jesus ficavam tão distantes da aplicação, justamente porque eu ainda via esses ensinamentos como ensinamentos comuns. Não via que cada palavra, cada frase de Jesus está inundada de luz que nos dá a segurança necessária pra seguir o caminho. Via Jesus como um homem comum, que para ajudar seu povo, quebrou todos os paradigmas da sua época, visando um bem maior. Jesus foi pelos caminhos do ahimsa, da não-violência, mostrar que o julgo romano podia ser superado. Exatamente como Gandhi fez sob o julgo inglês.

No entanto, a vida sempre nos ensina muitas coisas e eu aprendi que na verdade, o que aconteceu foi que Jesus, por amor à verdade, morreu na cruz, para nos mostrar que a vida é muito mais do que bens materiais ou a presença de pessoas queridas por perto. Ele mostrou, com seus exemplos e ensinamentos, que há algo muito maior envolvido no fenômeno da vida. Ele trouxe um significado, um porquê para a vida que o materialismo não possui, independente da escola.

E tudo que ele passou veio cheio de significado. E hoje minha vivência religiosa melhorou bastante. Continuo o mesmo cético de antes, só acredito naquilo que me provam por a mais b, mas eu sinto e converso com a Divindade praticamente o dia todo. É como uma oração sem fim. Minha vivência religiosa deixou de ser mística e passou a ser racional. E por ser racional ela é constante. Eu não preciso de rituais, templos, sacerdotes, nada disso. Só preciso pensar.

Em breve vou começar uma série de postagens utilizando os evangelhos e aplicando na nossa vida. Vai ser legal.

Amigos